terça-feira, 22 de julho de 2014

Do Mito à Realidade - por Inês Correia


    Já lá vai o tempo do Conde Drácula… Posso eu afirmar com felicidade, contudo, receio, que descobri outro terrível noctívago conde, outro aterrador vampiro… Conde… Castelo Branco!

      Como descobri tal evidência? Uma longa e complexa investigação levou-me a inegáveis provas que conduzem todas ao mesmo tenebroso desfecho… O Conde Castelo Branco não é nada mais, nada menos do que um vampiro!
Eis as provas:
A)    É conhecido pela sua “louca” vida noturna. É certo e sabido que os vampiros são mais ativos à noite…
B)    Possui um pseudônimo de “Conde”;
C)    Com o passar dos anos, não ganha rugas. Dizem vocês que é da cirurgia plástica? Pois eu digo que ele não
envelhece…
D)    Fala e veste-se como se fosse de outra época;
E)    Vive numa mansão tipo castelo com muitos empregados - típico dos vampiros…
F)    Negocia arte, ou seja, na minha opinião, já vive há séculos suficiente para possuir antiguidades e objetos de coleção;
G)    Todos sabem que o inimigo mortal dos vampiros são os lobisomens… Num dos reality-shows em que participou, teve sérias desavenças com o cavalheiro Nuno “Lobisomen” de Sá.
H)    A sua mulher, Betty Grafstein age como sua serva - prova isto que José Castelo Branco a converteu e a fez casar com ele e seguir todos os seus passos.
      Possuo ainda fortes evidências que o assombroso single de José Castelo Branco “In the city” do seu álbum “Oui Ces’t moi” se cantado de acordo com um padrão invertido é na realidade uma auto-afirmação de si mesmo, uma confissão da sua verdadeira condição – vampiro – e um pedido de redenção, daí o título do álbum, traduzido, “Sim, Sou Eu”.

      Pois com isto eu afirmo, que o Sr.José Castelo Branco é um vampiro, uma alma angustiada, um sugador da noite, um imortal…

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Autora: Inês Correia


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  • Um comentário:

    Anônimo disse...

    uau