sábado, 25 de janeiro de 2014

As mais fascinantes curiosidades sobre Vampiros



 Vampiros da ficção vs. Vampiros da Mitologia

      Na mitologia estes seres terríveis eram sempre representados como se de cadáveres se tratassem.       Vestiam-se com roupas escuras e as extremidades do seu corpo davam a impressão de terem sido mordidas. Já na ficção estes sugadores de sangue têm uma aparência humana, de forma a que seja mais fácil conviverem no meio da sociedade.
 Aparecem também vestidos com roupas escuras, entre o preto, o roxo e o bordeaux, as suas sobrancelhas são grossas e as suas unhas são grandes e brilhantes.


O mito do alho
Foi o autor de Drácula, Bram Stoker quem introduziu a teoria de que os vampiros teriam aversão ao alho. A verdade é que esse método, de espalhar alhos pela casa, era usado pelos romenos para afastar o medo que estes tinham do maléfico ser noturno ou de qualquer outro demónio. Desde muito cedo, que o alho foi utilizado nestes países como uma erva medicinal de proteção contra muitos males do corpo ou do espírito.


O beijo da imortalidade
A história revela que um vampiro conseguiria transformar um ser humano num ser da sua espécie ao sugar-lhe todo o sangue mortal substituindo-o por uma pequena parte do seu sangue vampiresco.


Afinal o que é um vampiro?
É, na maior parte das vezes, representado como um cadáver renascido e que sai do seu caixão procurando sangue para manter a sua aparência de vivo ou é nada mais do que um espírito das trevas que desencarnou de um ser humano morto e que também necessita de sangue para manter a sua sobrevivência terrena.


Uma vampira em Veneza
Um arqueólogo italiano, Matteo Borrini encontrou numas escavações em Veneza um esqueleto de uma mulher com um tijolo na boca. A história diz que nesta zona, na Idade Média, muitas pessoas terão sido vítimas da peste e que se contava que quem tinha espalhado a doença teriam sido os vampiros. Assim, muitas pessoas, foram mortas acusadas de serem estes seres noturnos. Os tijolos colocados na boca dos suspeitos serviam para detê-los, uma
vez que como o sangue era, muitas vezes, expelido pela boca dos mortos. Borrini acredita que este é o primeiro “vampiro” encontrado, vítima da peste italiana de 1576.

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